segunda-feira, 19 de junho de 2017

23° GRITO DOS EXCLUÍDOS 2017


" Por direitos e democracia, nossa luta é todo dia." Hoje dia 19/06 a IAOB (Igreja Anglicana Ortodoxa no Brasil). Participou da reunião preparatória do Grito. Reunião aconteceu MTC - Movimento de Trabalhadores Cristão (antiga ACO) Rua Gervasio Pires n° 404 Boa Vista/Recife.




domingo, 18 de junho de 2017

Culto Eucarístico


Igreja Anglicana Ortodoxa no Brasil - Comunidade da Paz Alameda Paulista.
Hoje dia 18/06/2017, tivemos mais Culto Eucarístico para honra e glória de Deus. 





Igreja Anglicana Ortodoxa no Brasil - Comunidade da Paz Alameda Paulista.
Hoje dia 18/06/2017, tivemos mais Culto Eucarístico para honra e glória de Deus.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

ANGLICANISMO E SUA HISTÓRIA. Fase Celta (Séculos I ao VII)



Não houve nenhum esforço missionário formal, nem das Igrejas do Oriente, nem das Igrejas do Ocidente, para evangelizar as Ilhas Britânicas. Ela foi o resultado do esforço dos leigos. Soldados, funcionários civis e comerciantes cristãos romanos levaram o Evangelho aqueles ilhas. Também, no ano 70 d.C., dentre os escravos perseguidos nas Gálias(França) que fugiram para o litoral inglês, estavam grupos de  cristãos. Uma tadição atribui a presença de José de Arimateia, no primeiro século. Há sítios arqueológico desse período, como uma Capela em Kent, uma Igreja em Silchester e a presença, em vários lugares de símbolos cristãos, como o XP. Tertuliano afirma a existência da comunidade cristã Britânica no ano 200. Três bispos ingleses estiveram presentes ao Concília de Arles, no sul da França, em 314. Não se sabe se estivera no Concílio de Niceia(325), mas Atanásio informa que a Igreja inglesa se submeteu às sua deliberações.

A realidade é que o povo Celta se converteu ao Cristianismo, e teve o s eu primeiro mártir na pessoa de Santo Albano, sacerdote morto durante a perseguição do imperador Diocleciano (305). A Irlanda foi marcada pelo ministério de Patrício e Paládio, a Escócia pelo ministério de Ninian e Columba, e Gales pelo ministério  de Davi.

A Igreja Celta tinha um forte acento místico e missionário, sendo influenciado pela contemplação da Igreja Oriental, inclusive pela adoração da sua versão do Credo. Essa contemplação litúrgica, esse sentir da fé, essa valorização da natureza, diferenciava da versão juídica, filosófica e institucional da Cristandade euro-ocidental sob Roma. Sua unidade básica era o mosteiro, com uma área de influencia, sob a autoridade de um  Abade. Alguns abades eram bispos, mas a maioria dos bispos eram missionários. Com essas regiões abaciais, eles não conheceram a figura da Diocese, no modelo romano.

A Igreja Celta funcionou até o século VII, como um ramo autônomo do Cristianismo, se comportando como parte da Igreja Caólica(universal), mas sem vínculos formais ou subordinação a Igreja de Roma.

A partir do século V as regiões sul e centro da Inglaterra foram invadida por anglos e saxões e jutos, que a descristianizaram ou re-paganizaram. Foi por isso que o Papa Gregório Magno, decidiu enviar uma força missionária para a aquelas regiões, formada por 40 monges beneditinos, sob a liderança de Agostinho, que se estabeleceram na cidade de Cantuária (Canterbury perto do litoral, além do objetivo de re-cristanizar a Ingleterra, aqueles monges deveriam tentar levar a Igreja Celta e se vincular a Roma, respeitando, tanto quanto o possível, os seus costumes.

Agostinho foi feito Bispo, bem como o seu companheiro Paulinus, responsável pelo batismo do rei Dewim, da Nortúmbia, e pela “conversão” da nação. Nessa época é estabelecido um importante centro monástico  na ilha de iona, sob a  liderança de Santo Aidan.

O período da Igreja Celta autônoma chegou ao fim com a convocação pelo rei Oswy, da Nortúmbia, de delegados celtas e romanos, para um Concilio na cidade de Whitby, em 664, quando os celtas aceitaram a data da Páscoa romana e se submeteram á autoridade papal, apesar  de resistências de vários lideres, como São Cutberto, Bispo de Lindisfarne (uma hisória Sé celta). O Papa cria o Arcebispado de York, segundo em honra  ao Arcebispadp de Cantuária, e simbolo da herança celta. Não houve uma continuidade de sucessão apostólica dos bispo celtas. O Episcopado Histórico Anglicano tem inicio com Agostinho.       
Obs Trecho extraído do Livro Anglicanismo. Identidade, Relevância, Desafios. (Dom Robinson Cavalcanti)
A Historia continua.

    



quinta-feira, 1 de junho de 2017

ANGLICANISMO E SUA HISTÓRIA.


Os Anglicanos, Quem somos?

Os Anglicanos formam o ramo do Cristianismo Histórico que têm suas raízes na Grã-Bretanha, onde se situa a Inglaterra, cuja região central é denominada de Anglia, a terra dos anglos. A Grã-Bretanha também inclui a Escócia, Gales, Irlanda e a Ilha de Man. A Inglaterra (terra dos anglos) foi conquistada pelo imperador Julio César no ano 55 a.C.,mas Roma levou um século para dominar toda a Grâ-Bretanha, com suas colônias, estabelecimentos militares e entrepostos comerciais, em uma era de prosperidade, que durou três séculos. A Irlanda, a Escócia, Gales, a Ilha de Man e o norte da Inglaterra passaram a ser habitados, permanentemente, pelo povo Celta, originário da Bulgária, no leste, e que se expandiu por toda a Europa, ficando raízes nas Gálias (França), Península Ibérica e Ilhas Britânicas. O sul da Inglaterra conheceu sucessivas levas de invasores.

Podemos dividir a História da Igreja na Ilhas Britânicas em três fases:

1.    A Fase Celta;
2.    A Fase Católico-Romana;
3.    A Fase Reformada.

 Trecho extraído do Livro Anglicanismo. Identidade, Relevância, Desafios. (Dom Robinson Cavalcanti)

A Historia continua...

    



domingo, 14 de maio de 2017

HOMENAGEM AS MÃES


Parabéns as mães, que Deus abençoe a cada uma com as ricas benção celestiais

sábado, 15 de abril de 2017

ANGLICANISMO: UM BREVE EXPLICAÇÃO SOBRE A IGREJA ANGLICANA ORTODOXA NO BRASIL.

Nossa santa igreja é de confissão Anglicana, isto quer dizer que ela é uma Igreja litúrgica, apesar de ser uma igreja tradicional é aberta aos carismas que o Espirito Santo distribui a igreja, para melhor aparelhamento desta, pois cremos na contemporaneidade dos dons do Espirito. Nossa igreja é de raiz e essência evangélica pois acetamos plenamente a reforma protestante, com toda a sua Teologia. 
Somos Católicos no sentido pleno da palavra pois fazemos parte da igreja invisível e universal de Cristo, neste sentido todos os protestantes são católicos. Tentamos de todas as formas que nos for possíveis conviver bem com toda a cristandade, tanto com os irmãos católicos romanos, ortodoxos e nacionais, como com os irmãos protestantes, evangélicos, neoprotestantes, pentecostais e neopentecostais. Pois achamos que temos a mesma fé essencial que é comum a todos os cristãos, como descrito no credo apostólico. Não usamos imagens de escultura, nem nos dirigimos ou nos devotamos a elas em oração. Respeitamos quem o faça, contudo somos bem evangélicais neste ponto. Guardamos o episcopado histórico com sucessão apostólica. 
Temos e cremos em três ordens biblicamente instituídas o Diaconato, Presbiterado e Episcopado historico. Podemos com segurança dizer que nossa Igreja Anglicana Ortodoxa no Brasil é uma igreja de via media. Assim sendo consideramos todos aqueles que confessam Jesus Cristo como único e suficiente Salvador, como nossos irmãos! É bem verdade que usamos a Cruz como símbolo religioso cristão, más em nosso caso, a usamos vazia pois nosso salvador já ressuscitou e não está mais nela pregado. 
Procuramos viver o cristianismo sem assumir a posição de juízes do povo de Deus, baseados em Mateus capitulo 7, não julgamos ninguém pois quem julga é somente Deus!

Deus abençoe a todos em Cristo!

Dom Adolfo Teodoro – Bispo da Igreja do Senhor o menor dos servos de Cristo.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

O verdadeiro sentido da Páscoa



Em todo o mundo pessoas de todas as crenças, celebra do seu jeito esse tempo de renovo, que simboliza a passagem da morte para a vida. Mas, como você disse: "Será que realmente sabemos o verdadeiro sentido da Páscoa?" A Páscoa não é e nem deve ser considerada só um momento de celebração, com bacalhau no prato e troca de ovos de chocolate. Eu não sou contra essas tradições! O que estou dizendo é que devemos lembrar as pessoas sobre o verdadeiro sentido da páscoa, falando da morte e ressurreição de Jesus e do que Ele fez por nós.

COMO SURGIU A PÁSCOA? A primeira páscoa aconteceu há milhares de anos, quando o povo de Deus estava cativo, escravizado no Egito. Deus em sua infinita misericórdia resolveu libertá-los da escravidão, por meio de um homem chamado Moisés. Mas Faraó não queria deixá-los ir embora, por isso Deus enviou algumas pragas para tentá-lo mudar de idéia. E como Faraó endurecia cada vez mais o seu coração, Deus decidiu ferir todos os primogênitos do Egito como forma de castigo.

O POVO DE DEUS. Mas, o Seu povo (os israelitas), Deus deu uma ordem: Eles deveriam sacrificar um cordeiro para cada família e com isso receberia a proteção divina. Eles tinham que passar o sangue deste cordeiro na porta de cada casa, para quando o destruidor (o anjo da morte) passasse por ali, e não entrasse na casa que tinha sido marcada pelo sangue do cordeiro na porta (Leia Êxodo 12:1-14). Daí vem o termo Páscoa (no hebraico: pesah), que tem vários significa com o mesmo sentido, como: “Passagem” "pular além da marca", "passar por cima", ou "poupar". E assim sendo, o povo de Deus foram protegidos da condenação e da morte através do sangue do cordeiro.

O PLANO LIBERTADOR DE DEUS. Deus continua com seu plano libertador, muitos anos depois, Deus enviou o seu Filho Jesus, o Cordeiro Santo e Imaculado, sem falha para morrer numa cruz, e o seu sangue aspergido sobre os nossos pecados nos traz salvação, proteção, livramento e vida. A Bíblia diz que Deus sempre amou a humanidade, porém, todos nós O desobedecemos e pecamos, com isso fomos condenados à morte eterna. E como não podemos apagar essa dívida, precisamos de um cordeiro puro, sem pecados, para nos livrar da condenação do inferno.

O CORDEIRO DE DEUS. Quando João Batista viu Jesus se aproximando dele, ele disse: "Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!" (João 1:29). Jesus se fez homem, morreu para nos salvar e ressuscitou para nos garantir a vitória. E todo aquele que crê no seu sacrifício e se arrepende, terá livre acesso a Deus Pai. Disse Jesus: “Eu sou o caminho a verdade e a vida.” (João 14:6) Não precisamos mais fazer sacrifícios com cordeiro. Pois tudo já foi consumado - O preço já foi pago por nós na cruz. Jesus. Ele é a nossa Páscoa.

A PÁSCOA. Neste mês no dia 16 de abril de 2017, comemoramos a páscoa nossa libertação do pecado, que veio por meio do um sacrifício feito na cruz pelo Senhor Jesus Cristo. Portanto essa é a verdadeira Páscoa. A Ressurreição de JESUS CRISTO.
Enfim, desejo que nesta data tão especial você seja restaurado, buscando Jesus todos os dias, e desfrute da maravilhosa Graça de Deus.

Feliz Páscoa para todos e todas.

Rev. Daniel Barbosa. – IAOB (Igreja Anglicana Ortodoxa no Brasil) Comunidade da Paz Alameda Paulista.