terça-feira, 21 de junho de 2011

Mensagem de Aniversário


Dom Robinson,


Feliz Aniversário!


Comemore a maravilha de ser você! Dê uma festa... é o seu aniversário... Tire os seus sonhos de dentro do baú... Repare como o tempo faz mágica... Pense nos velhos tempos... E vire uma página da vida... Veja o quanto Deus é maravilhoso. Hoje é o seu dia, tome alegria... Brinque à vontade. O que vale é a felicidade... E comemore a maravilha de ser alguém especial... O senhor é uma pessoa única, maravilhosa, sem igual! Tenha um Felicíssimo Aniversário!

Meu bispo, que Deus continue lhe abençoando!


Um Abraço.


Rev. Frei Daniel Barbosa, ose+

Secretário Diocesano de Cidadania

Missão Anglicana da Paz

sexta-feira, 17 de junho de 2011

EVANGÉLICOS, DITADURA E TORTURA.

Uma das principais revistas semanais de circulação nacional acaba de publicar uma reportagem sobre o fato de que, durante a Ditadura Militar no Brasil, evangélicos foram denunciados por líderes de suas denominações aos órgãos de repressão e foram torturados, tendo, alguns, inclusive, que fugir para exílio.

Esses são tristes fatos, e se constituem em uma página lamentável da história do Protestantismo no Brasil, conquanto esse “dedodurismo institucional” não nos tenha sido peculiar, mas, na época – polarizada e acirrada, no clima da “Guerra Fria” e da “Doutrina da Segurança Nacional” –, foi algo de certa forma generalizado, que ocorreu em repartições, empresas, vizinhanças e, até, no contexto de famílias, em uma atmosfera de insegurança, delação e desaparecimentos. No caso das igrejas evangélicas essas práticas nefastas se deram em vários casos, mas numericamente, de limitada expressão no universo religioso em seu conjunto.

Como sabemos, a tortura foi uma prática multissecular contra os escravos negros de origem africana, tantas vezes com requintes de perversidade, e, sempre, e até os nossos dias, uma realidade contra presos comuns, especialmente os “típicos”: jovens pardos pobres heterossexuais (semi)analfabetos, inclusive menores, embora seja oficialmente considerado um crime hediondo. As elites nunca se importaram com a tortura dos presos comuns. A grita somente veio a acontecer porque os presos políticos torturados eram oriundos dos estratos médios e superiores da sociedade.

Com a censura férrea aos meios de comunicação, o grosso da população ignorava o que acontecia nos porões do regime, ainda por cima submetida à propaganda do “Brasil Grande”, e qualquer outra informação somente nos vinha pela escuta de rádios de ondas curtas.

A Igreja Romana, por uma nota oficial da CNBB saudou o Golpe de 1964, enquanto a então reduzida população evangélica ficava entre a sua valorização histórica da Democracia, o temor da perseguição religiosa (realmente existente) nos países Comunistas, e a crença de que o Golpe era algo transitório na retomada democrática.

Após o Ato Institucional de 1968, e o surgimento da Teologia da Libertação, em 1971, foi-se abrindo um fosso entre a Igreja Romana e o Regime, e esse procurou cooptar os protestantes. Embora a maioria dos políticos reformistas da América Latina não tivessem nada de marxistas, as ditaduras militares do continente, para se legitimar, justificar a repressão e amedrontar a população, os generalizou como “subversivos”, impedindo, na realidade, uma ruptura da dominação oligárquica em direção a democracias não somente jurídicas e políticas, mas também econômicas e sociais.

Quanto aos grupos ditos “liberais-ecumênicos” das igrejas, que foram, então, denunciados ao regime (especialmente jovens) já vinha se dando uma ruptura desses com a ortodoxia evangélica, que era uma marca do nosso protestantismo, debilitando os seus vínculos com as instituições e as comunidades, daí a escassa repercussão dessas prisões por delação junto às bases dos fiéis. Aqui também se deram casos em que a “esquerda” teológica e política da igreja chegou a levantar suspeitas ou fazer acusações infundadas sobre pretensos “informantes”, que, de fato, não eram, e que ficaram com a pecha, maculados em sua imagem.

Como disse Churchill: “a democracia é o pior dos regimes, salvo todos os demais”, as ditaduras (de direita ou de esquerda) não se justificam, e o seu saldo é sempre negativo, mas, não podemos, por outro lado, nos contentar com uma “democracia para alguns” privilegiados, em sociedades de injustiça e marginalização social. O equilíbrio entre liberdade e justiça social nem sempre tem sido fácil, e, quase sempre, historicamente, o avanço de um item implicado em atrofia do outro.

Encaremos os fatos históricos como realmente foram, mesmo que nos envergonhem. Aprendamos com suas lições, para que não se repitam, e reafirmemos o nosso compromisso com os valores do Reino de Deus na História, todos eles, e não apenas alguns...

Quando o Golpe de 1964 se deu, eu era um jovem de 19 anos, com apenas cinco meses de evangélico professo em uma igreja de bairro, de escassas informações sobre esse novo mundo religioso que eu entusiasticamente adentrava. Sobre a Igreja e o Regime tive muito que aprender, me deparei com muitas surpresas, e, ao longo dos anos, fui amadurecendo e me posicionando, pagando preços, mas sendo também testemunha do fechamento de um ciclo, mesmo em direção à “era das incertezas” e dos novos (e velhos) desafios que – externa e internamente – temos que enfrentar como Igreja.

Recife (PE), 17 de junho de 2011,

Anno Domini.

+Dom Robinson Cavalcanti, ose

Bispo Diocesano

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Congratulações da Ordem de Santo Estevão

Revmo. Bispo Diocesano

Dom Robinson Cavalcanti, OSE

Clérigos e Laicato.

Revmo Pai em Deus Dom Robinson Cavalcanti, a Ordem de Santo Estevão vem se congratular com todos os clérigos e leigos da Diocese do Recife pelo Sínodo Extraordinário o qual transcorreu na santa de paz, e em clima de fraternidade e amor.

Nossas Saudações ao nosso querido confrade Rev. Maurício Amazonas,OSE que atendendo a solicitação colocou o nome neste este pleito, que nosso entendimento trouxe grande contribuição e enriquecimento neste processo, com seus conhecimentos bíblicos, teológicos, litúrgicos, canônicos, demonstrando seu preparo para o episcopado.

Vimos também saudar, os nossos Bispos Eleitos, Reverendos Flávio Adair e Evilásio Tenório, rogando a Deus que os abençoe e guarde para o exercício do ministério o qual foram chamados a exercer ao lado de dom Robinson.

A Ordem de Santo Estevão, dar as boas vindas os nossos bispos sufragâneos eleitos no dia 04 de junho de 2011, e que contem com a OSE, para que juntos possamos contribuir no crescimento do Reino de Deus de seus valores.

Que Deus continue nos abençoando.

Rev Frei Daniel Barbosa,OSE

Prior da OSE


sábado, 4 de junho de 2011

Irmãos e irmãs, hoje de de 04 de junho a Diocese do Recife estará elegendo dois Bispos Sufragâneos


Todos os nossos membros são convidados para mais esse sinal de maturidade da nossa Diocese, no processo de avanço missionário e consolidação do ministério episcopal. Compareça! Sinta-se partícipe desse processo de eleição!!! temos três candidatos num processo amadurecido, mas dentre os 3 escolheremos 2, os candidatos são:

Rev. Maurício Amazonas, Rev. Flávio Adair, e Rev. Evilásio Tenório.


terça-feira, 31 de maio de 2011

Brasil ouça a voz de Deus



Evangélica Brasileira, marcada pelo sentimento de irmandade com todo o povo de Deus espalhado e enraizado neste país, expressa uma vez mais o seu propósito de seguir a Jesus Cristo e afirma o seu compromisso com a Palavra de Deus, que é orientação vital para toda a nossa vida, seja pessoal ou coletiva.
No encontro com a voz de Deus, expressa em sua Palavra, nos sabemos amados e criados por Deus. Não importa quem sejamos e o nome que carregamos, todos viemos ao mundo como fruto desse amor de Deus que é o Senhor de toda a criação e a nós, seres humanos, criou como homens e mulheres.
No decorrer da sua história a igreja de Jesus Cristo tem afirmado esse Deus amoroso e criador e a nossa própria existência humana, como homem e mulher, como fruto dele. Assim como ontem, a igreja faz esta mesma afirmação hoje, incluindo nela a realidade da heterossexualidade. É esta a razão pela qual nos manifestamos contrários à prática homossexual e à sua legitimização e afirmação em nossa sociedade.
Estamos conscientes de que muitas vezes, ontem e hoje, não temos sabido viver adequadamente segundo a marca do amor e da vontade de Deus. Assim agindo, nosso testemunho acerca de um Deus de amor e criador fica comprometido pela nossa própria desobediência, injustiças e idolatrias. Neste processo, no entanto, também descobrimos que Deus, em sua graça, nos permite reconhecer nossos descaminhos e reconstruir nossas vidas. É assim que olhamos para a prática da homossexualidade: um descaminho a ser reconstruído pelo Deus criador, na consciência de que, quando buscado, Deus é encontrado como um Deus de graça.
Estamos conscientes de que há outras práticas que negam o amor de Deus, entristecem o seu coração e desestruturam a nossa vida pessoal e coletiva. Cada uma dessas práticas deve ser reconhecida e caminhos de mudança devem ser buscados. Mas hoje o nosso enfoque está na prática da homossexualidade e na tentativa da sua legitimização e até imposição a toda uma nação. Nós, como igreja de Jesus Cristo, precisamos nos opor a esta proposta e afirmar a heterossexualidade como a expressão saudável que conduz à construção de uma sociedade de harmonia e bom exercício de cidadania, sob a marca do amor criador e da graça renovadora de Deus. Precisamos também nos manifestar radicalmente contrários a qualquer tentativa de cercear a liberdade de expressarmos, tanto privada como publicamente, aquilo que entendemos ser a boa, agradável e perfeita vontade de Deus para nós, para as nossas famílias e para a nossa sociedade.
Hoje nós conclamamos a nação brasileira, como um estado laico que deve zelar pelo direito de todos, para a construção de uma sociedade que tenha a marca da justiça e do amor e que se oponha ao controle de qualquer minoria que queira patrulhar outros grupos e expressões que lhe sejam diferentes. Hoje, conclamamos a nação brasileira a que se deixe encontrar por Deus através do evangelho, no qual Jesus diz que veio trazer vida em abundância para todos e que todos encontrassem o caminho da sua prática de vida pessoal e comunitária no seguimento a ele.

Por uma nação livre e democrática!
Brasil, maio de 2011.

Coordenadoria da Aliança:

Christian Gills
José Carlos da Silva
Maria Luiza Targino A. Queirós (Nina)
Oswaldo Prado
Robinson Cavalcanti
Valdir Steuernagel
Wilson Costa, Coordenador Executivo

quinta-feira, 19 de maio de 2011

O QUE É UM CULTO CRISTÃO?

Introdução:

“Eu vou ao culto”. Esta é uma expressão muito comum para nós. Significa ir à igreja e participar da programação. Num sentido genuíno, participar de um culto significa cantar, orar, ouvir a mensagem bíblica, contribuir e manter comunhão com os irmãos. No entanto, às vezes, precisando parar ir pensar no significado mais profundo do culto cristão. Será que qualquer programação da igreja pode ser chamada de culto? Existe algum parâmetro bíblico para que determinada reunião possa ser considerada como um verdadeiro culto cristão? Precisamos, então, definir que elementos devem compor uma reunião cristã para que ela possa ser considerada um culto verdadeiro.

A PALAVRA DE DEUS:

A de Deus é o elemento especial e indispensável ao culto cristão. Sem ela o culto é apenas uma reunião, um encontro qualquer. Sem a leitura e a meditação bíblica o nosso culto se esvazia de conteúdo e essência, assemelha-se a um culto não cristão. A Palavra de Deus deve ocupar central do culto, pois através dela que ele nos fala. Todo o culto deve ser motivado pela Palavra de Deus

  1. Ela atribui autoridade à liturgia.
  1. Ela ilumina os cânticos.
  1. Ela leva-nos a orar.
  1. Ela propor na comunhão.
  1. Ela orienta cerimônias (ceia e batismo).

De maneira prática podemos dizer que, quando uma pessoa prepara ou dirige um culto cristão, ela precisa observar todas as partes do culto estão afinadas com a Palavra de Deus.

  1. Ela é o conteúdo da pregação:

Dentre as formas em que a Palavra de Deus é apresentada no culto, a mais importante é a pregação. Para o pregador do País de Gales, Martyn LIoyd-Jones, a tarefa primordial da igreja e do ministério cristão é a pregação da Palavra de Deus. Esta é a razão pela qual a pregação bíblica jamais poderá ser substituída por qualquer outro elemento

Que prejuízo espiritual tem uma pessoa que vai a um culto evangélico e não recebe , orientação através da Palavra de Deus! Algumas destas reuniões mas parecem encontros de auto-ajuda ou reuniões de negócios do que um verdadeiro culto cristão. Só a verdadeira pregação bíblica poderá causar um impacto positivo e um efeito duradouro na vida de quem participa do culto. É bom que prestemos muita atenção ao apóstolo Paulo quando diz que devemos pregar a Palavra (2Tm 4:2).

sábado, 14 de maio de 2011

A FORMAÇÃO DE UMA NOVA FAMÍLIA

(Gênesis 2:24)

Temos aprendido que o homem é um ser social, deve viver em sociedade e que a família é a base. Deus estabeleceu princípios para esta vida em sociedade. No versículo citado, temos três destes princípios e hoje conversaremos sobre o primeiro deles: “o homem deixara pai e mãe”.

Esse é o princípio da separação e do respeito à nova unidade familiar que é formada no casamento.

Em qualquer cultura ao redor do nosso planeta, encontraremos uma cerimônia especial de casamento que esta cerimônia sempre mostra dois princípios:

  1. SEPARAÇÃO

Homem e mulher deixará a casa paterna e formara uma nova unidade familiar. De acordo com a Bíblia, enquanto solteiro, estão sob a responsabilidade e disciplina dos seus pais, mas no momento em que dizem “sim”, responsabilidade e disciplina tornam-se mútuas, pois eles formaram uma nova família. Muitas pessoas tem passado por problemas é dificuldades no casamento por não entenderem e praticarem o princípio da separação.

  1. RESPEITO

A nova unidade familiar merece respeito de seus pais e de toda a sociedade. Ninguém pode interferir no casamento. Homem e mulher que formam uma familiar são responsáveis.